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8 de novembro de 2016

Os benefícios do café

É popularmente conhecido que o café dispõe mais disposição e melhora o desempenho, a bebida acelera o sistema nervoso central, com isso a pessoa se sente mais enérgica e alerta. Porém os efeitos do café não se limitam apenas a te deixar acordado por mais tempo, o consumo dessa iguaria trás vários benefícios, cientistas tem estudado os efeitos da cafeína por anos e descobriram muitas coisas interessantes.
Por exemplo, o café faz bem para a memória e consequentemente reduz o risco de doenças como o Alzheimer, foi chegada a essa descoberta após um estudo feito na Universidade Johns Hopkins de Baltimore, EUA. O estudo testou a memória de 160 voluntários por 24 horas e nele estavam incluídas pessoas que não tomavam café com frequência. Durante o experimento, foi observado que os voluntários que tomaram comprimidos de cafeína tiveram um resultado melhor do que aqueles que não tomaram. Michel Yassa, líder do estudo, concluiu que a cafeína ajuda no processo de consolidação da memória, porém não ajuda na recuperação de memória.
No estudo publicado pelo British Medical Journal consta que motoristas que consomem café correm menos risco de se envolver em acidentes, mas já é bom alertar que o efeito estimulante do café não deve ser considerado como um substituto do sono. Os cientistas acompanharam cerca de 1050 motoristas e cada um deles devia dirigir um caminhão de 10 toneladas percorrendo com ele uma distância de 200 km, dentre esses motoristas, um pouco mais da metade já havia se envolvido em um acidente de trânsito. Foi considerado peso, consumo de álcool, rotinas de trabalho, exercícios e sono dos voluntários e os resultados mostraram que os motoristas que consumiram café tinham uma probabilidade 63% menor de dormir ao volante.
Também foi constatado que o consumo de café pode reduzir o risco de suicídio, os cientistas envolvidos no experimento são da Escola Pública de Saúde da Universidade de Harvard. Foram analisadas três grandes pesquisas feitas nos Estados Unidos entre 1988 até 2008 e os mais 200 mil participantes foram divididos entre consumidores de café e, claro, os não-consumidores. Foi revelado que as chances de suicídio caíram pela metade entre os adultos que consumiam entre duas a quatro xícaras de café por dia, isso acontece, pois como a cafeína estimula o sistema nervoso central ela acaba agindo como um antidepressivo com o aumento da produção de neurotransmissores no cérebro. Porém os cientistas também disseram que o consumo exagerado de café pode causar efeitos colaterais em pessoas depressivas.
Uma das doenças mais temidas pelo ser humano também pode ser evitada pelo café, o câncer. O estudo foi feito pela University of Southern California de Los Angeles e nele foi concluído que beber três xícaras de café por dia pode reduzir a chance de câncer no fígado em até 29%, o consumo de quatro xícaras de café aumenta a porcentagem para 42%. O estudo incluiu 179.890 pessoas nos EUA e os voluntários foram acompanhados por 18 anos para que os cientistas analisassem o comportamento das pessoas e o quanto de café elas consumiam. Dentre outros tipos de câncer que o café ajuda a combater podemos citar o câncer de próstata, pois de acordo estudo da Escola Pública de Saúde da Universidade de Harvard, homens que tomam seis ou mais xícaras de café por dia apresentaram uma redução de 60% de contrair a doença, e também o câncer de mama de acordo com pesquisa da Breast Cancer Research, os cientistas analisaram o caso de 6000 mulheres que já tinham entrado em menopausa e dentre as que tomavam cinco ou mais xícaras de café, o risco de câncer de mama era reduzido em 57% comparado às mulheres que não tomavam mais que uma xícara.
Outra doença que o café ajuda a combater é a diabetes tipo 2, em mais um estudo da Escola Pública de Saúde da Universidade de Harvard os pesquisadores concluíram que o consumo de ao menos uma xícara de café já é o suficiente para reduzir o risco de adoecer em 11%, a pesquisa examinou dados de 100000 pessoas ao longo de vinte anos e as que tinham o costume previamente descrito apresentaram esse melhora, ao contrário daqueles que não tinham o hábito de tomar café, essas pessoas elevaram o risco de contrair diabetes em até 17%.

Inúmeras descobertas sobre os benefícios do café e da cafeína foram feitas ao longo dos anos e aqui estão só algumas delas, além de um ótimo estimulante e extremamente relaxante, o café é também um grande aliado no combate de inúmeros problemas não só do corpo humano como também do dia-a-dia, afinal é sempre bom tomar uma xícara de café para relaxar ainda mais depois de todas essas descobertas.

Larissa Tavares 

6 de maio de 2016

Reflexões para um Perplexo – I

Perplexo. Definição do dicionário: (adjetivo), espantado, admirado, atônito. Destas três definições a que melhor se põe para os dias de hoje é, com certeza, a terceira. Pelo menos para mim é. Sou com certeza, um perplexo diante dos acontecimentos atuais. Para sair deste estado, a reflexão é o melhor caminho.
Pois bem, quero trazer alguns pontos para reflexão. Digo para reflexão, pois o que se segue são observações e ideias. Observações devem ser conhecidas. Ideias devem ser debatidas. Convido você para um debate destas ideias: comigo e principalmente com seus pares (familiares, amigos e colegas de trabalho).
O primeiro ponto diz respeito aos acontecimentos políticos que estão nos colhendo como uma verdadeira avalanche. Somos bombardeados diuturnamente com notícias sobre a crise política que assola o país e nos dá as consequências (algumas delas nefastas) que vemos.
Vou me ater a um ponto que considero importante, com uma pergunta: qual a causa de tudo isto? Pois é claro que não foi uma invenção do diabo! Sem dúvida há pessoas corruptas. Mas temos que pensar que desvios desta natureza não são exceção, infelizmente (pense sobre isto, profundamente).
O que quero chamar à sua atenção é uma das causas estruturais. O regime político brasileiro na esfera federal é presidencialista, ou seja, elege-se um presidente, que é o chefe do poder Executivo. Pois bem, na estrutura do chamado mundo democrático, o estrato governante de uma nação divide-se em três poderes autônomos: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário (claro que você já sabe de tudo isto, mas é sempre bom lembrar!)
O poder Legislativo incumbe-se de regulamentar as diretrizes para o executivo na forma de leis e peças normativas às quais o executivo deve submissão. Pois bem, para poder colocar em execução um plano de governo (seja ele qual for) O Executivo necessita da aprovação do legislativo. É ai que começam os males: há necessidade de convencimento do Legislativo por parte do Executivo para aprovação destes planos.
Num ambiente ideal, o debate de ideias deveria conduzir esta negociação. Entretanto não é o que se observa (se acompanharmos o processo, coisa que raramente fazemos!). Há uma verdadeira barganha: troca de favores, nomeações para ministérios, autarquias, etc.
OK e daí? Qual o problema estrutural de que você falou? Perguntaria você. Pois bem, vou responder (e aí exponho minha ideia para debate): o nosso sistema eleitoral. Ele mistura as eleições majoritárias com as proporcionais. As majoritárias são as de presidente, governadores e prefeitos. As proporcionais são para os deputados federais, estaduais e vereadores.
No processo eleitoral misturado, o foco nas campanhas é para os cargos majoritários. Pouca ou nenhuma atenção se dá às teses dos candidatos a deputados e vereadores. O clima comum é de se escolher alguém para votar nesses cargos por indicação de amigos e conhecidos, busca nas listas de um partido e, o que é pior, nomes que se destacam em outras atividades e ingressam na vida política!
Pois é! Este é um dos problemas, pois elegemos um poder, veja bem, um poder! O legislativo sem critério. E ele afetará toda a vida da nação com suas ações! Precisamos pensar nisso.
Minha ideia para isto é começarmos por propor uma mudança no sistema eleitoral separando as eleições majoritárias das proporcionais. Não é uma tarefa fácil, mas precisamos começar. O começo pode ser a discussão no seu âmbito: o familiar, o de trabalho e círculo de amizades. Este processo, a discussão, é muito saudável, pois novas ideias podem surgir. Mas o principal produto é a politização: precisamos discutir, ter opinião, deixar de sermos o gado conduzido!
Discuta!


Texto por Newton Libanio Ferreira

John Nash

Ao ouvir ou ler esse nome, você pode perguntar quem é esse cara? O que ele fez? Pois bem, vou tentar responder essas perguntas e ao mesmo tempo mostrar uma lei maravilhosa que está por detrás de tudo isso.
Vou começar respondendo quem ele é, ou foi, pois infelizmente ele morreu recentemente juntamente com sua mulher num acidente automobilístico. Sua vida foi retratada num filme recente chamado “Uma Mente Brilhante”. John Nash foi um matemático estadunidense que, no final dos anos 1940 entrou na universidade de Princeton. Lá aos 21 anos de idade desenvolveu a Teoria dos Jogos não-Cooperativos, que depois ficou conhecida nos meios da Economia como o “Equilíbrio de Nash”. Por esse trabalho John Nash ganhou o Prêmio Nobel de Economia.
Vamos explicar do que se trata, pois, sua descoberta transcende a economia: no filme, há uma passagem onde Nash, jovem estudante de Princeton vai a um baile (hoje seria uma balada!). Lá observava a “paquera”, onde uma jovem loira muito bonita era cobiçada. Nash observou a cena e formulou a sua teoria. Um de seus colegas, provocou que quem ganharia a loira seria o melhor competidor, o mais eficiente e desta maneira os outros poderiam aprender como fazer para uma próxima oportunidade. Apoiava-se na teoria de Adam Smith do século 19: “A ambição individual serve ao bem comum! ” Esta é a base do liberalismo econômico que ainda hoje é dominante na sociedade.
Nash não aceitava isto pois considerava que um princípio de 150 anos deveria ser revisto. Pensou da seguinte maneira: Se todos optassem por tentar a loira, nenhum conseguiria, pois haveria um bloqueio mútuo pela competição (os outros sempre tentariam sabotar o pretendente). Após o fracasso, os que tentassem outras mulheres também não se dariam bem, pois as outras saberiam que são a segunda opção e não se sentiriam confortáveis nesta posição e desdenhariam dos pretendentes. Assim todos perdem! Agora se houver uma abordagem sem preferência várias mulheres serão “ganhas”. O resultado é coletivo: o grupo ganha! (é necessário dizer que isto se passou nos anos 1950, onde a sociedade era essencialmente machista, e as mulheres eram alvos de conquistas por parte dos jovens moçoilos!).
 Nash conseguiu demostrar esta tese matematicamente. Matematicamente! Formulou um teorema e o demonstrou! A implicação disto é fundamental: a demonstração mostra que a tese de Nash é uma lei da natureza! Ao contrário das teses econômicas liberais (e de resto conservadoras).
Na verdade, todos nós sabemos disto intuitivamente: quando temos um problema para resolver, a melhor solução vem da cooperação, da contribuição de todos em prol do bem comum. Pois é! De agora em diante, quando você estiver diante de uma situação destas pense na Lei de Nash: A cooperação é a melhor maneira de resolver o problema! Matematicamente provado!


Texto produzido por Newton Libanio Ferreira

5 de maio de 2016

A origem do medo de falar em público

Alcione Menezes


Saiba mais sobre o medo de falar em público: Vergonha, inadequação, falta de conteúdo. 

O que leva uma pessoa a ter medo de falar em público? 

Primeiro, vamos esclarecer rapidamente como funciona o medo. 

O medo é um sentimento que pode ser utilizado tanto para a defesa do ser humano (estou com medo de pular de determinada altura, pois não tenho certeza das consequências, portanto, não o faço e assim me protejo), como ser um fator inibidor ou paralisante (gosto muito de determinada garota (o), porém tenho medo de me aproximar e iniciar uma conversa, não é uma situação de perigo,  mesmo assim, é mais seguro ficar parado, mas perco a oportunidade de conhecer a pessoa que tanto quero). 

O medo de falar em público funciona relativamente dessa forma. O público (que pode ser de 3 pessoas, uma sala de aula com 30 pessoas ou 3 mil pessoas) é algo não familiar, sem intimidade, ou seja, desconhecido. Expor opinião, o ato de falar, de ser observado, de ser analisado, interpretado e julgado por pessoas “não familiares” gera medo, insegurança. Algumas pessoas conseguem superar esse medo, não ficam paradas, se desenvolvem com mais facilidade o ato de falar em público. Outras nem tanto. 

As pessoas que têm medo  de falar em público, normalmente, sofrem com isso. Têm vontade de falar, de se expressar, de “mostrar que existe e que está ali”, mas o medo as impede. Basta notar os efeitos físicos dos medrosos que se arriscam a falar. Alguns gaguejam, outros suam frio, o coração bate acelerado e o raciocínio não consegue ser organizado. 

Não é feio, nem errado não conseguir falar em público, ninguém precisa se sentir culpado por passar por isso. Existe o medo, resta enfrentá-lo para mudar esse quadro. 

Algumas técnicas podem ser aplicadas, como por exemplo, manter a respiração estável alivia e com o tempo ajuda a desaparecer os sintomas físicos citados anteriormente. Manter o raciocínio (pensamento) focado somente na ideia ou no objeto verbal exposto é recomendado. Estabelecer uma postura corporal confortável antes da exposição, de outra forma, se adequar fisicamente para ser observado auxilia bastante para que não haja desequilíbrio, também causado pelo medo. 

O principal é a autoconfiança. Ninguém precisa se preocupar com o julgamento dos outros, ou seja, com “o que ele pensa de mim”. Autoconfiança é estar seguro e satisfeito com “quem eu sou e o que eu penso sobre mim”. Enfim, superar o medo de falar em público é não se preocupar com a reação do outro à minha manifestação. E, para superar, é preciso agir. 

Quem é dominado pelo medo pode começar a se arriscar a falar em público. Aos poucos, vai-se descobrindo que essa sensação de desespero ou fobia é por algo que realmente não existe e está somente nas confirmações psicológicas da pessoa envolvida pelo sentimento.

Referencias:http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/a-origem-do-medo-de-falar-em-publico.html

Curso: Administração

Ciclo: 1º

Unidade: São Paulo


Ano Vigente: 2013

A origem dos nomes dos dias da semana

Na língua portuguesa, a origem dos nomes dos dias da semana vem da Idade Média. O domingo, derivado do latim "dies Dominica", dia do Senhor, é considerado o último da semana para os cristãos, ou seja, o sétimo, quando Deus descansou da criação do mundo. Era no dia da missa que havia maior aglomeração de pessoas e, por isso, os agricultores se reuniam em torno da igreja para vender seus produtos - o primeiro dia de feira. O dia seguinte, consequentemente, era o segundo, a segunda-feira. E daí por diante até chegar o sábado, cuja origem é o termo hebraico “shabbatt”, considerado o último da semana para os judeus.

         Em alguns outros idiomas ocidentais, o padrão adotado é diferente e segue os nomes dos planetas. Os primeiros descobertos pelos astrônomos são, na ordem, Saturno, Júpiter, Marte, Vênus e Mercúrio. Colocando a Lua por último e o Sol no centro do sistema, a ordem astrológica fica: Saturno, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, Mercúrio e Lua. O próximo passo é analisar como ficou então a sequência dos dias. Usando, portanto, o número quatro, e contando a partir de Saturno, o primeiro planeta conhecido, chega-se ao Sol, do inglês Sun - Sunday, o primeiro dia da semana. Para o segundo dia, começa-se a conta em Sol e chega-se ao quarto que é Lua - Moon - Monday. E assim atéSaturday, sábado, de Saturno. Porém, em inglês, Tuesday, Wednesday, Thursday e Friday diferem dessa lógica, oriundos da mitologia nórdica.

         A terça-feira, Tuesday, é um termo oriundo de Tyu - deus da Guerra, irmão de Thor. Este, por sua vez, origina Thursday, a quinta-feira. O pai de ambos, Odin, inspira Wednesday, a quarta. E, finalmente, a sexta é consagrada à deusa Fraye, de onde veio Friday.

         Em espanhol, francês e italiano, os dias também são contados pela ordem astrológica, mas sábado e domingo seguem a mesma lógica do português.


Referência Bibliográfica:


http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/fundamentos/como-surgiram-nomes-dias-semana-494619.shtml


A origem da Língua Portuguesa

O português é o resultado da transformação do latim vulgar (uma das variantes da língua romana) e do galego (falado na província da Galícia - hoje em território espanhol). Essas línguas sofreram muitas transformações ao longo do tempo e só no século XIII foi publicado um texto mais próximo do que hoje consideramos a língua portuguesa. O idioma falado no Brasil sofreu ainda várias influências, como as dos povos africanos e indígenas.

  “Eu coloro este desenho?”.
Ninguém diz “eu coloro este desenho”, ou diz?. Bem, se disser, não deve mais dizer, porque o verbo colorir é defectivo (defeituoso) e não aceita a conjugação da primeira pessoa do singular do presente do indicativo. O mesmo se dá como verbo “abolir”. Ninguém diz – ou não deveria dizer - “eu abulo”.

Então, para dar um jeitinho, diga: “Eu vou colorir esse desenho”; “Eu vou abolir esse preconceito”.
Outro verbo complicado é “computar”. Não podemos conjugar as três primeiras pessoas: eu computo, tu computas, ele computa. Fica bem estranho, não é mesmo? Então, para evitar esses mal-entendidos, decidiu-se pela proibição da conjugação nessas pessoas. Mas se conjugam as outras três do plural: computamos, computais, computam.

 Para não dizer que não falamos das flores...

POLÍTICA: O correto é dizer “deputado por São Paulo”, “senador por Pernambuco”, e não “deputado de São Paulo” e “senador de Pernambuco”.

MASCULINO ou FEMININO? A palavra dó (pena) é masculina. Portanto, "Sentimos muito dó daquela moça".
INFARTO ou ENFARTO? A confusão é grande, mas se admitem as três grafias: enfarte, enfarto e infarto.

A PRESIDENTE ou A PRESIDENTA? Pode parecer estranho, mas as duas formas estão corretas, usa-se tanto “A presidente” quanto “A presidenta” como substantivo feminino.

COSTAS ou COSTA? Para quem acha que se referir à parte do corpo humano como “Costas” está errado, engana-se, pois está correto. “Costa” é o litoral de um país.

INFLIGIR ou INFRINGIR? O verbo “infligir” significa “aplicar uma pena”. Já o verbo “infringir”, é violar uma lei ou norma.

EMIGRANTE ou IMIGRANTE? Aquele que saí do próprio país é um “emigrante” e aquele que entra em um país estranho é um “imigrante”.

A MORAL ou O MORAL? O conjunto das normas de conduta - os princípios que regem os bons costumes de uma sociedade e que são válidos - é denominado de “A Moral”. Quando diz respeito ao ânimo, à disposição e ao estado de espírito das pessoas, denomina-se de “O Moral”.

DISTRATAR ou DESTRATAR? Quando alguém não cumpre um trato, desfaz o que havia combinado, o correto é o uso do verbo “Distratar”. Quando alguém ofende ou é ofendido, maltrata ou é maltratado, o correto é o uso do verbo “Destratar”.

E falar “A GENTE” está correto ou apenas devemos fazer uso do “NÓS”?

As duas formas estão corretas e dependem da ocasião em que são empregadas. A gramática tradicional considera apenas a existência dos pronomes pessoais eu, tu, ele, nós, vós e eles. Assim, quando fazemos o uso da norma culta, é exigido o “nós”. O pronome também é recomendado para situações formais de uso da língua - como um seminário acadêmico. Já na comunicação informal, "a gente" é perfeitamente aceitável desde que venha acompanhado pelos verbos na terceira pessoa do singular.


Descobriu a resposta?


Usa-se PORQUE, junto e sem acento circunflexo, quando introduzimos uma explicação ou uma causa. Por exemplo:


·                    Não fale alto porque o bebê está dormindo (Explicação)


·                    Não foi à aula hoje porque estava com febre (Causa)


   


 Tratando-se da língua portuguesa, a gramática e suas normas, muitos se arriscam na sorte, pois existem diversas regras, algumas mais complexas e outras nem tanto, que confundem grandiosamente e tendem a ficar esquecidas na época do ensino fundamental e médio.
      Cabe, aqui, ajudar a esclarecer algumas das dúvidas existentes no cotidiano dos escritores e principalmente, dos não escritores.
      Começaremos pelo uso dos “Porques”:



·                     Você sabe quando usamos POR QUE, separado e sem acento circunflexo? Nos casos abaixo:

Nas frases interrogativas, quando estiver escrito no início e quando equivaler à razão, ao motivo e à causa. Por exemplo:
1.            Por que você não lavou a louça?
2.            Por que você brigou com ela?
3.            E as meninas, por que não vieram conosco?
Quando há como substituí-lo por pelo qual, pelos quais, pela qual, pelas quais. Por exemplo:
1.            Os caminhos por que percorri foram muitos (Os caminhos pelos quais percorri foram muitos).
Após os vocábulos eis e daí, subentende-se um motivo. Por exemplo:
1.            Daí por que não aceitei seu pedido de desculpas (Daí o motivo por que não aceitei o pedido de desculpas).
2.            Eis por que estou tão alegre (Eis o motivo por que estou tão alegre)

·                    E você sabe quando usamos POR QUÊ, separado e com acento circunflexo? Nos finais de frases que tenham apenas um ponto  (final, interrogativo, exclamativo...). Por exemplo:
1.            Você levantou só agora por quê?
2.            Não me pergunte outra vez, já disse que não sei por quê!

·                    Quando se usa PORQUÊ, junto e com acento circunflexo? Quando for usada como substantivo e for antecedida por artigo. Por exemplo:
1.            Não entendi o porquê de sua atitude tão grosseira.
2.            O porquê da discussão não foi esclarecido até agora.
3.            Contaram a ela o porquê de sua demissão.



·                    E quando se usa PORQUE, junto e sem acento circunflexo?

25 de abril de 2016

Símbolos



A fênix é um pássaro da mitologia grega 
que quando morria entrava em autocombustão,
e após algum tempo renascia de suas próprias cinzas,
por isso é considerada uma ave imortal.

A fênix é considerada um símbolo de imortalidade,
para mim também é considerada um símbolo de perseverança,
já que ela renascer pode significar que a mesma não desistiu,
e quando ela renasce adquire experiência para assim conseguir
"evoluir".

Visto que a fênix simboliza coisas positivas,
uma das coisas que se contraria a isso seria a 
desistência, e outra o medo de falhar já que
algumas pessoas têm medo de realizar uma ação,
falhar e consequentemente ficando "para baixo".
Nesse caso, a fênix poderia simbolizar também
uma pequena esperança que mostra que mesmo
que falhemos podemos tentar novamente.

7 de abril de 2016

O destino



Uma árvore quando plantada é bem pequena , porém com o passar do tempo ,  com os cuidados adequados e muito carinho de quem a plantou , ela cresce , e se for bem cuidada às vezes cresce até demais , podendo se destacar sendo a mais alta e bela árvore de todas , mas se, a partir de seu nascimento ,  ser desprezada , mal cuidada e não receber seus nutrientes , seu único destino será a morte.

Assim também como uma flor , se durante seu crescimento for bem cuidada , ela desabrochará e será uma linda e delicada flor; por outro lado , se não receber água e sol , logo murchará  e seu caminho será para a destruição.

Um pássaro, quando pequeno, não sabe voar , depende totalmente de sua mãe , sua vida fica fechada ao pequeno mundo apenas dentro do seu ninho , mas a curiosidade ou  a influência de outro filhote leva-o a pular para fora , querendo descobrir o novo mundo. Porém, ele esqueceu um pequeno detalhe , como voar se ao menos aprendeu a ser livre.

 Um certo rebanho de ovelhas é guiado por seu pastor , são acostumadas a viver todo dia a mesma rotina, a sempre virem apenas o mato e a cerca em torno. Porém, uma certa ovelha, ao querer saber o que há fora da cerca , pula e se enfia em uma selva fechada e escura , onde provavelmente seu fim será a perdição. 

Lucas Henrique Pinho Silva 
Ciência da Computação

31 de março de 2016

O que é que Dorival Caymmi tem?


Filho de Durval Henrique Caymmi, descendente de italiano e Aurelina Soares Caymmi, descendente de portugueses e africanos, Dorival Caymmi nascera em 30 de abril de 1914, em Salvador, na Bahia. Caymmi cresceu em meio à música: seu pai era violinista, pianista e bandolinista. E desde pequeno Dorival Caymmi cantava no coro da igreja. 

Conhecido por cantar e exaltar as tradições e histórias da Bahia, o cantor é considerado um dos mais aclamados compositores da Música Popular Brasileira. Carreira da qual começara cedo: dos 13 aos 16 anos, Caymmi aprendera, sem a ajuda de seu pai ou de qualquer outro, a tocar violão. A partir dai passa a compor suas primeiras músicas, para destaque a toada “No Sertão”. Anos depois, Caymmi estreara na Rádio Clube da Bahia, onde cantava e tocava violão. E, aos 21 anos, o compositor conquistara seu primeiro programa, conhecido como “Caymmi e suas Canções Praieiras”.

Dorival Caymmi
Dorival Caymmi buscava por desafios, não se contentara com o que tinha. Partindo, então, em 1937 para o Rio de Janeiro, onde iria realizar um curso preparatório de Direito, para conseguir uma vaga como jornalista. Ainda assim, Caymmi continuara a compor e a cantar, passando a se apresentar em 1938 como calouro na Rádio TUPI. 

Uma das canções mais conhecidas por descrever toda a beleza da Bahia, “O que é que a baiana tem”, levara o cantor ao auge de sua carreira, nacional e internacional, uma vez que a música fora tema do filme “Banana da Terra” e a responsável por consagrar internacionalmente a cantora Carmem Miranda. Afinal, quem pelo mundo a fora nunca presenciou a imagem de uma bela mulher portuguesa carregando na cabeça um arranjo de frutas?
Dorival Caymmi e Carmem Miranda
E com essa música, Dorival consagrou a sua fama. Não deixando de celebrar as belezas de sua Bahia, em setembro de 1939, Caymmi passou a compor sobre o mar, entre elas “Rainha do Mar”, “Promessas de Pescador” e “O Mar”.

Para ele faltara apenas uma companheira, que apareceu quando Caymmi passou a trabalhar na Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Stella Maris fora esta mulher, com quem o compositor casara e tivera três filhos: Danilo, Dori e Nana. Todos seguiram os passos dos pais, e se tornaram músicos. 

O cantor decide a partir dos anos 40, se dedicar ao estilo de música samba-canção. Fase da qual originou a música “Marina”, em 1947 e lhe trouxe um grande amigo também conhecido por escrever romances e descrever as belezas e casos da Bahia, Jorge Amado. 

Algumas das obras do escritor, levou a composição de músicas como “É doce morrer no mar”, “Modinha para Gabriela” e “Retirantes”. 

Nos anos 50, surgira um outro cantor baiano na vida de Caymmi, João Gilberto, que fora o responsável por gravar e levar a composição de Dorival para a Bossa-Nova, com as músicas “Rosa Morena” e “Saudade da Bahia”. João Gilberto não fora apenas o propagador do reconhecimento de sua música pelo mundo da Bossa-Nova, pois fora, também, o responsável pela amizade que surgira entre Dorival Caymmi e Tom Jobim.

Dorival Caymmi e seu querido amigo, Tom Jobim
O compositor morrera aos 94 anos de insuficiência renal e falência múltipla dos órgãos, deixando cerca de 120 canções, distribuídas em 20 discos. Número do qual é considerado baixo para os dias atuais. Porém, para Caetano Veloso, uma coisa é certa: “É verdade que Caymmi compôs pouco mais de 100 músicas, mas todas são obras-primas. Quem é o compositor que pode se dar a esse luxo? Eu queira ser um preguiçoso assim”. Sendo consideradas suas canções como obras-primas, Dorival conquistara diversos prêmios mundo a fora.

As homenagens e reconhecimento por suas “obras-primas” continuam no ano de seu centenário. Entre elas está à gravação do disco “Dorival Caymmi -  Centenário”, da qual reuniu os clássicos de Caymmi, nas vozes de seus três filhos, Nana, Dori e Danilo, com a presença de Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil. 

Juliana Zocatelli

23 de março de 2016

Flor de Lótus



A flor de lótus simboliza a pureza e a longevidade, sendo venerada principalmente por religiões orientais. O seu significado vem do fato de sua semente poder durar mais de cinco mil anos sem água, esperando para que tenha condições ideais para germinar. Suas pétalas podem repelir microrganismos e poeiras.

                Ser puro de alma e corpo traz grandes benefícios, como uma vida mais saudável, longa e feliz e um modo de enxergar o mundo de outra maneira, sempre olhando o lado bom das coisas e sem ter ódio e ganância por coisas banais da vida.


Jihad Hassan Santos Ftouny
221160757
C. Computação

14 de março de 2016

Canção ao Blog Palavras Conectadas Fei



"Quando eu junto o bom com o dia, eu peço um dia bom, um bom dia
Quando eu junto o bom com o dia, eu peço um dia bom , um bom dia

Para poder fazer uma canção é preciso palavras, palavras de Harmonia, palavras com sintonia palavras unificadas, palavras conectadas

Quando eu junto o bom com o dia eu peço um dia bom um bom dia

Cantar é uma forma de se comunicar, de se expressar e soltar a voz.
Cantar é uma poesia, uma poesia com uma pura Melodia
Quando você canta,  o sentimento Toca igual ênfase que você põe na nota
Palavras com sintonia puxam melodia, palavras unificadas, palavras conectadas"

Obrigada pela oportunidade.

Abraços,


Roberta Campos.